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Criciúma, Brasil
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Ensaio de Densidade In Situ (Método do Cone de Areia) em Criciúma

Os solos argilosos e siltosos de Criciúma, muitas vezes com presença de rejeitos de mineração de carvão, reagem de forma imprevisível à compactação. A densidade in situ que se mede em campo raramente corresponde à do laboratório, e aí mora o problema. O ensaio de densidade in situ com cone de areia permite verificar o grau de compactação real em aterros, bases de pavimentos e camadas de reforço, conforme a ABNT NBR 7185:2016. Nossa equipe técnica executa o procedimento em pontos estratégicos da obra, seja no Distrito de Rio Maina ou nos novos loteamentos próximos à BR-101. Para caracterizar completamente o solo antes da liberação da camada, combinamos o ensaio de densidade in situ com a granulometria e os limites de Atterberg, fechando o pacote de controle tecnológico que a fiscalização exige.

O cone de areia não mente: se a compactação ficou abaixo do especificado, o ensaio mostra na hora, antes que a camada seja coberta e o defeito vire patologia.

Metodologia e escopo

Em uma obra de pavimentação na Avenida Centenário, a equipe de terraplenagem insistia que a base de brita graduada já estava liberada. O rolo compactador havia passado 8 vezes. Na verificação com o cone de areia, encontramos um grau de compactação de 91% — abaixo dos 95% mínimos exigidos. O problema? A umidade do material britado estava 3% abaixo da ótima, algo que só o ensaio de densidade in situ revela com precisão. O método do cone de areia, normalizado pela ABNT NBR 7185, usa areia de Ottawa calibrada para determinar o volume do furo escavado, e a partir daí calculamos a massa específica aparente seca in situ. A comparação com a densidade máxima de laboratório (Proctor Normal ou Modificado) entrega o grau de compactação. Em regiões de Criciúma com histórico de bota-fora de estéril, também recomendamos o ensaio CPT para verificar a homogeneidade das camadas mais profundas.
Ensaio de Densidade In Situ (Método do Cone de Areia) em Criciúma

Fatores do terreno local

O erro mais comum que a gente vê em Criciúma é a construtora liberar a camada de aterro só com base na aparência e na contagem de passadas do rolo. O solo fica lisinho por cima, mas por dentro, a 15 cm de profundidade, está fofo. Resultado: recalque diferencial, trincas no pavimento e, em casos piores, ruptura de tubulações enterradas. Outro deslize frequente é usar o frasco de areia com a areia errada — areia de praia ou de rio, que tem densidade variável e formato de grão irregular, vicia a leitura do volume. Nós só utilizamos areia de Ottawa padrão, com certificado de calibração, e o ensaio de densidade in situ é executado por técnicos com experiência em solos tropicais e subtropicais alterados, típicos do sul catarinense.

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Vídeo explicativo

Marco normativo

ABNT NBR 7185:2016 - Solo — Determinação da massa específica aparente in situ, com emprego do frasco de areia, ABNT NBR 6457:2016 - Amostras de solo — Preparação para ensaios de compactação e ensaios de caracterização, DNIT 092/2006 - ES - Determinação da massa específica aparente in situ com emprego do frasco de areia

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01

Ensaio de densidade in situ com cone de areia

Determinação da massa específica aparente seca e do grau de compactação em aterros, subleitos e bases granulares conforme NBR 7185.

02

Controle tecnológico de compactação

Acompanhamento completo com emissão de laudos de liberação de camada, curva de compactação de laboratório e relatório fotográfico georreferenciado.

03

Investigação complementar de campo

Quando o grau de compactação está baixo, investigamos a causa com sondagens SPT e coleta de amostras indeformadas para avaliar a umidade de campo real.

Parâmetros típicos

ParâmetroValor típico
Norma de referênciaABNT NBR 7185:2016
Tipo de areiaAreia de Ottawa calibrada
Volume mínimo do furo700 cm³ para solos finos
Grau de compactação típico≥ 95% (base) / ≥ 100% (sub-base)
Diâmetro da placa base15 a 30 cm conforme o agregado
Frequência de ensaio1 ponto a cada 100 m² de camada

Perguntas e respostas

Quanto custa cada ponto de ensaio de densidade in situ com cone de areia em Criciúma?

Cada ponto de ensaio de densidade in situ fica entre R$240 e R$340, dependendo da quantidade de pontos, da distância de deslocamento até a obra e da urgência na emissão do laudo.

Em que tipo de solo o método do cone de areia funciona melhor?

O método se aplica bem em solos coesivos, siltosos e em britas graduadas com tamanho máximo de partícula até 19 mm. Para pedregulhos graúdos ou rachão, o volume do furo fica desproporcional e o ensaio perde representatividade.

Qual a diferença entre o cone de areia e o densímetro nuclear?

O cone de areia é um método destrutivo, mas direto: você escava, mede o volume com areia calibrada e pesa o solo removido. O densímetro nuclear é indireto e exige licença da CNEN. Para obras de menor porte em Criciúma, o cone de areia costuma ser mais prático e não envolve material radioativo.

Localização e área de serviço

Atendemos projetos em Criciúma e arredores.

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